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jun 15

RADIOFOBIA 7 - com Ulisses Tavares

“Faaaala, macacada! Estamos de volta com mais uma edição do RADIOFOBIA, nosso podcast onde merda pouca é bobagem! Antes de começar, pegue seu ENGOV ou um genérico qualquer e prepare-se para 1 hora do mais puro humor etílico!
Conforme prometido há alguns dias, neste pograma Leo Lopes e Quessa trazem a entrevista excrusiva com o poeta, polígrafo e alcoólico Ulisses Tavares, autor do livro ”Hic!stórias - os grandes porres da história da humanidade”. Ele jura de pé junto que escreveu o livro sóbrio, mas depois dessa entrevista, a gente duvida muito que isso fosse possível…”
(Por Léo Lopes e Cleber Quessada - Rádiofobia)
Ouça a entrevista completa clicando aqui
jun 2

Palestra / recital com:
Luiz Carlos Santos | Maria da Bethânia Galas | Ulisses Tavares

“Como falar da Literatura Brasileira sem falar da presença negra? Uma pergunta que não é uma questão. É a chave misteriosa que legitima a pusilânime democracia racial do país. Durante muito tempo o negro foi e ainda é tema que inspira os trabalhadores das letras no Brasil, no entanto, a sua presença como sujeito sempre se deu e ainda se dá de forma tímida, quase invisível. Majoritariamente, em terceira pessoa.
Todos parecem autorizados a falar sobre a dor, o sofrimento e a alegria negra, menos os próprios negros. A história e a vida da maioria da população brasileira, durante muito tempo, foi tema dos nossos literatos mazombos,”todos brancos ou quase todos negros” como cantam Gil e Caetano no RAP Haiti.
A farta presença negra na construção da brasilidade parece ameaçar a todos: “os quase todos brancos e aos quase pretos”, desde a chegada do primeiro negreiro em terras brasileiras, carregado de pessoas e histórias de vida e de luta.A nossa literatura, vez por outra, se desculpa e vitriniza  filhos da raça como  Caldas Barbosa, Silva Alvarenga, Gonçalves Dias, Castro Alves, Cruz e Souza, Luiz Gama e torna incolor Machado de Assis para, só assim, reconhecer a sua genialidade literária, contraposta a anárquica e também crítica literaridade de LimaBarreto e a contundente presença de Luiz Gama.
Tornar  evidente esses nomes para as jovens gerações de brasileiros é um desafio épico. Mostrar no tempo e no espaço a produção cultural e a contribuição definitiva da matriz africana na construção do Brasil é tropeçar o tempo todo em nossos racismos cordiais e caricatos; bem humorado e, naturalmente, perversos.
Quatro séculos depois é possível descortinar a janela do nosso horizonte literário e reconhecer as imagens e as letras desenhadas para configurar o que é ser negro no Brasil? Eis aqui uma pergunta que Lino Guedes, Oswaldo de Camargo -que completa,  este ano 50 anos de carreira- Cuti, Djavan, Milton Nascimento, Gilberto Gil, Itamar Assumpção, Martinho da Vila, Cartola, Geraldo Pereira, na poesia, entre outros, podem  responder.
Na prosa, de verdade ou de mentira, Milton Santos, Edmilson, Ruth Guimarães, Elisa Lucinda, Conceição Evaristo, Márcio Barbosa, Marcelino Freire, Ana Maria Gonçalves, Flávio Gomes, Henrique Cunha Jr, Joel Santos, Abdias Nascimento e muitos outros não deixam dúvidas que a literatura brasileira, sendo mazomba, não tem só uma cor, não vem só de um lugar e não foi e é escrita apenas por alguns. É produto de luta, afirmação, resistência e superação. A literatura brasileira, por ter história, estilo e memória, também tem cor. Na dúvida, a leitura e a palestra de
O Negro em Versos, uma antologia da poesia negra brasileira pode ajudar ou, no mínimo, confundir.” (Luiz Carlos dos Santos)

 

Maria Da Bethânia Galas é cenógrafa, arte educadora e especialista em museologia. Em São Paulo, cidade onde reside e trabalha, tem desenvolvido trabalhos de consultoria em Arte/Educação para museus, escolas e espaços culturais. Atualmente Maria Da Betania Galas leciona Artes Visuais e coordena a área de Artes e de Projetos para o Ensino Fundamental II da Escola Viva.

Luiz Carlos dos Santos nasceu no Rio de Janeiro, no dia 23 de setembro de 1952. É professor de Língua Portuguesa e Literatura, Jornalista e Sociólogo pela USP. Consultor de História Oral do Museu Afro Brasil, em São Paulo, Consultor da Secretaria de Cultura de São Paulo para o Projeto Racismo: Se você não fala quem falar?(120 anos da abolição),milita no movimento negro desde os ano 1970(SINBA -Sociedade de Intercâmbio Brasil-África - RJ), Coordenou o  NCN-USP, Colabora em cursos de formação de professores no NEAB(UFU), Africanidades do MEC e outros estados como São Paulo e Espírito Santo. Foi o Curador da Exposição: Theodoro Sampaio. Um Sábio Negro entre os Brancos, apresentada pelo Museu Afro Brasil, 2007/2008.

Ulisses Tavares é polígrafo, com mais de 118 livros publicados, em todos os gêneros, para crianças, jovens e adultos. Apenas em poesia, já vendeu mais de 10 milhões de exemplares. Como historiador heterodoxo, tem “Quando nem Freud explica, tente a poesia”, “O Negro em versos” e o recente “Hic!stórias - Os maiores porres da humanidade”. É também dramaturgo, jornalista, marketeiro político, compositor e roteirista.

Duração: 2 horas
Sem limite mínimo ou triagem de participantes.
Investimento: R$ 3.000,00 (três mil reais)

Para contratar:
Nathália Lippi - Assistente Editorial | (11) 3865-3936
poetaulisses@terra.com.br

abr 29

Para comprar o livro “Hic!stórias - Os maiores porres da história da humanidade” por apenas R$ 25,00, com autógrafo e correio grátis, basta enviar e-mail ou ligar para o Telepoeta (011) 3865-3936. 

mar 17

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(Oferta válida até 08/04/2009)

jan 20
O Negro em Versos
icon1 admin | icon2 Poesia | icon4 01 20th, 2009| icon3No Comments »

“Obama lá, a poesia negra brasileira aqui!”

O que difere radicalmente os poetas desta antologia daqueles Poemas Negros, de Jorge de Lima, Raul Bopp ou Gilberto Freire é que eles procuram, com um certo ponto de vista, tomar para si a causa da diferença e a diversidade, aguçadas pelo sentimento de expressar as próprias metáforas.
O que realmente significa ser um poeta negro?
Falando do negro como a si mesmo, perguntariam alguns perplexos portadores da mesma inconsciência nacional. Essa espé­cie de Negromania sem a conotação prosaica do termo é uma espécie de ser negro, de falar de seus desejos, das suas dores, de seus deuses e mitos, essa forma de transcender as pedras dos caminhos, um coração ancestral que bate forte em cada homem negro estigmatizado pelo preconceito e pela indiferença.
Esta antologia pode parecer uma apologia ao apartaide cultu­ral? Não, senhores, esses poemas e versos, em verdade, procu­ram o mesmo sentimento de beleza, e também e mais profunda­mente a razão política e consciente de gritar bem alto os nossos desejos, a nossa auto-estima, o nosso desconhecimento. A nossa ausência.
Esta antologia celebra aqui e agora com esses nossos poetas a volta aos anos sessenta, quando o mundo viu diante de si o talento da poesia negra manifestada pelo movimento da “Negritu­de”, falando com as novas vozes de Leopold Senghor, Aimé Cesaire e Leon Damas.
Assim, esta antologia não deixa de ser um alento para este momento de descobertas e de introduzir no cotidiano as vozes negras da nossa poesia.

Emanoel Araújo
Diretor do Museu Afro Brasil

 

(Clique aqui, envie seu email e concorra a um livro grátis toda semana)

jan 13

EM BREVE!

Aguardem!

nov 17

Amigo(a),
A filharada anda pedindo um video-game?
A esposa deseja um anel de brilhantes?
A amante também?
O cunhado quer uma camiseta de time?
O patrão espera uma gravata?
O amigo de infância insinua ganhar um litro de uísque?
POIS, NESTE NATAL, SAIA DA MESMICE E DECEPCIONE TODO MUNDO!
Dê uma bela agenda poética, exclusiva e autografada
(não será vendida em livrarias porque a edição é limitada).
O lançamento será dia 03 de dezembro, mas você já pode encomendar e reservar a sua:
ligue para (11) 3865-3936 (telepoeta) ou envie e-mail para: poetaulisses@terra.com.br
Ah, sim, o preço é R$ 35,00 para envio pelo Correio ou R$ 30,00 no dia do lançamento, você escolhe.
Abração, do Ulisses.

 

Editora Klepsydra & Casas das Rosas e

Beatriz Luz, Hamilton Faria, João Carlos Pádua, Jussara Salazar,
Ledusha, Luis Olavo Fontes, Masé Lemos, Pedro Garcia,
Reinoldo Atem, Ricardo Kubrusly, Rodrigo de Haro, Ulisses Tavares

Convidam para o lançamento da agenda poética/2009
TEMPO PASSAGEIRO
dia 03 de dezembro, às 19:00
Avenida Paulista, 37

Tel: 3285-6986

Palimpsesto, digo, TEMPO PASSAGEIRO

Palimpsesto poderia ser o nome desta agenda poética. O palimpsesto, segundo Houaiss, é um “pergaminho cujo texto foi escrito em cima de outro que foi raspado”. A idéia é esta. O texto, o poema, está para o leitor quiser fazer. Raspar (que é difícil), escrever por cima (o tom da letra é intencionalmente pálido para este fim) ou, sabe-se lá porque, preservar limpo o poema e abdicar da finalidade de uma agenda (anotar, compromissos etc.). Como palimpsesto é uma palavra que poucos conhecem, achamos por bem batizar esta agenda com o nome de Tempo passageiro.

out 23

Poemas para guardar na agenda
O poeta Ulisses 
Tavares mostra-nos alguns poemas inéditos no Portal de Literatura e Arte Cronópios.

http://www.cronopios.com.br/site/poesia.asp?id=3591

Confira!

out 17
Além da Imaginação
icon1 admin | icon2 Vídeos | icon4 10 17th, 2008| icon3No Comments »

Confiram o vídeo poema “Além da Imaginação” no Youtube:

 http://br.youtube.com/watch?v=Zd9YcJHOKtA 

Poema de Ulisses Tavares.
Vídeo poema por Autor Desconhecido.
(se souberem quem é o autor, favor nos comunicar!) 

out 15

Olhaí, amigo(a), mais um lançamento da brilhante Leila Miccolis em seu site: www.blocosonline.com.br
Para ler, entre direto que caprichei nos poemas novos e inéditos.
Obrigado e boa leitura!

Carlos Seabra Débora Bueno
Jania Souza Janice Mansur
João Nilo Leninha Mônica Banderas Sandra Fonseca
Sandra Souza Sidnei Olivio
Soninha Porto Thaty Marcondes
Vera Casa Nova Xenïa Antunes


Convidados especiais:

Alice Ruiz
Mauricio Gonçalves
e
Ulisses Tavares

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