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nov 18

Luisa Mell e Ulisses Tavares lançam livro de poesias sobre cachorros

Lançamentos

Nesta quarta-feira, dia 18, às 19h30, na Livraria da Vila da Fradique (Rua Fradique Coutinho, 915 - Vila Madalena. São Paulo/SP. Tel.: 11 3814-5811) e no dia 28 de novembro, sábado, às 16h, no Pet Center Marginal (Avenida Presidente Castelo Branco, 1795 – Pari. São Paulo/SP. Tel.: 11 2797-7400), será lançado o livro Poemas que latem ao coração! (Nova Alexandria, 120 pp., R$ 30), organizado por Ulisses Tavares com apresentação de Luisa Mell. O livro reúne poesias sobre cachorros e traz 50 poetas como Olavo Bilac, José Paulo Paes, Carlos Nejar, Astrid Cabral, Glauco Mattoso, Luís Pimentel, Domingos Pellegrini, Jorge Miguel Marinho, Celso de Alencar, Marcelo Tápia, Luiz Roberto Guedes, Álvaro Alves Faria, Hamilton Faria, Ricardo Soares, Renata Paccola, Ricardo Corona, entre outros. Nos dois eventos haverá sessões de autógrafos com os autores e alguns poetas que participam da antologia.

Para Carlos Nejar, que tem três poodles, Lelé, Cipião e Napoleão, “foi muito feliz a ideia desse livro e recebi com muita alegria o convite para participar dele”. Nejar ama os cães “por sua tão rara fidelidade e por eles também saberem nos amar”. Jorge Miguel Marinho, que também tem três cachorros, Laura, Lis e Mel, participa deste livro com um poema feito em homenagem a Nero, seu cachorro de infância e parte da adolescência. Jorge Miguel deseja que todos os poetas e leitores desta feliz antologia tenham mais gestos e palavras que possam “latir ao coração”. Já o poema Adeus de Astrid Cabral fala de Fly, “um vira-lata branquinho que perdi na infância e de quem me lembro até hoje”. Astrid, que atualmente não tem nenhum cachorro, recebeu o convite para participar desta antologia também com muita alegria: “é sinal de que o meu poema tocou o coração de quem leu”.
Fonte: PublishNews - 18/11/2009 - Redação
nov 11

out 27


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Tel./fax (11) 2215-6252


Luisa Mell e Ulisses Tavares lançam livro de poesias sobre cachorros

Na companhia de alguns poetas que participam do livro, escritor e apresentadora lançam antologia em dois eventos em São Paulo, um no Pet Center Marginal, para os cachorros e o outro na Livraria da Vila da Fradique, para os humanos

No próximo dia 18 de novembro, quarta-feira, às 19h30, na Livraria da Vila da Fradique e no dia 28 de novembro, sábado, às 15h00, no Pet Center Marginal, em São Paulo, a Editora Nova Alexandria lança o livro Poemas que latem ao coração!. Organizado por Ulisses Tavares e apresentado por Luisa Mell, este livro reúne poesias sobre cachorros e traz 50 poetas como, Olavo Bilac, José Paulo Paes, Carlos Nejar, Astrid Cabral, Glauco Mattoso, Luís Pimentel, Domingos Pellegrini, Jorge Miguel Marinho, Celso de Alencar, Marcelo Tápia, Luiz Roberto Guedes, Álvaro Alves Faria, Hamilton Faria, Ricardo Soares, Renata Paccola, Ricardo Corona, entre outros.

Nas ocasiões haverá sessões de autógrafos com Ulisses Tavares, Luisa Mell e alguns dos poetas que participam desta antologia. O Pet Center Marginal fica na avenida Presidente Castelo Branco, 1795, no Pari, em São Paulo, tel.: (11) 2797-7400, e a Livraria Da Vila fica na rua Fradique Coutinho, 915, na Vila Madalena, em São Paulo, tel.: (11) 3814-5811.

Os poemas, os poetas e os cachorros

O parnasiano Olavo Bilac inspirou-se em um cachorro e escreveu o poema Plutão, que num trecho fala da fiel companhia do cão ao seu dono: “Plutão velava-lhe o sono, / Seguia-o quando acordado / O seu pequenino dono / Era todo o seu cuidado”. O poema de José Paulo Paes selecionado para essa antologia fala da cena triste de um cão guardando o cadáver do seu dono e termina dizendo: “Eu não tenho cão. Será que ainda estou vivo?” Domingos Pellegrini fez um poema em homenagem a cadela Laika, lançada ao espaço dentro do Sputinik pela União Soviética, e a compara com a viagem de sua avó: “O sputinik sumiu com a Laika e você vó subiu também para aquela moldura na parede”. Poemas que latem ao coração! não é um livro pra quem gosta de cachorros. É para quem é apaixonado por eles. Para quem tem a plena certeza que, sem um cão, a vida seria um osso duro de roer. É também para quem compreende ou participa de movimentos, campanhas, associações de adoção de cães abandonados e contra os maus tratos aos animais. Mais que um livro, Poemas que latem ao coração é um manifesto pelos seres que não podem falar.

Para Carlos Nejar, que tem três poodles, Lelé, Cipião e Napoleão, “foi muito feliz a idéia desse livro e recebi com muita alegria o convite para participar dele” Nejar ama os cães “por sua tão rara fidelidade e por eles também saberem nos amar”. Jorge Miguel Marinho, que também tem três cachorros, Laura, Lis e Mel, participa deste livro com um poema feito em homenagem a Nero, seu cachorro de infância e parte da adolescência. Jorge Miguel deseja que todos os poetas e leitores desta feliz antologia tenham mais gestos e palavras que possam “latir ao coração”. Já o poema Adeus de Astrid Cabral fala de Fly, “um vira-lata branquinho que perdi na infância e de quem me lembro até hoje”. Astrid, que atualmente não tem nenhum cachorro, recebeu o convite para participar desta antologia também com muita alegria: “é sinal de que o meu poema tocou o coração de quem leu”.

Os “cachorreiros” Ulisses, Luisa e Rosa

O poeta e escritor Ulisses Tavares, que organizou esta antologia e se define como “um cachorreiro desde criancinha”, já fez dois Best Sellers sobre o assunto: Só não venha de calça branca - a biografia não autorizada de Tutty Antônio (Editora Saraiva) e Ferinha Mel - Retratos de um cão quando jovem (Editora Escala). Ulisses é ativista e defensor dos animais e sempre coloca um cachorro em suas histórias. A Luisa Mell foi sua inspiração para que essa antologia não fosse apenas um livro, mas pudesse reforçar o movimento pela adoção consciente e pela não violência contra os indefesos animais: “Quando eu a vi chorando por um cão maltratado, chorei junto e pensei: temos que fazer algo a respeito! Daí surgiu o Poemas que latem ao coração!”.

A apresentadora e atriz Luisa Mell já é conhecida por sua luta em defesa dos animais: “Minha luta pelos animais é real, é minha causa e a minha vida”. Ela abraçou a proposta deste livro e para ela Poemas que latem ao coração! não é apenas um livro, é um movimento. “Se você se emocionar também, com os poemas, benvindo(a) ao clube dos cachorreiros”, diz Luisa. Para viabilizar o sonho de Ulisses Tavares e Luisa Mell entrou em cena a Rosa Maria Zuccherato da Editora Nova Alexandria. Rosa também é cachorreira: “tenho duas vira-latas, grandes companheiras, sempre presentes nos bons e nos piores momentos da minha vida”. Ela acredita que a poesia é a válvula de escape da alma e que a união do trabalho desses dois grandes amantes dos animais, Ulisses e Luísa, “encheu minha editora de alegria com os poemas que latem ao coração”. Ulisses, Luisa e Rosa já pensam num próximo título: Poemas que miam ao coração!, claro, inspirados, agora nos gatos. “Já temos belos poemas sobre o assunto”, anuncia Ulisses Tavares.

Ulisses Tavares (escritor, compositor e dramaturgo) e Luisa Mell (apresentadora e atriz) elegeram a causa animal como bandeira de luta e de vida. Primeiro porque são cachorreiros (não criadores de cães, mas apaixonados por eles, todos) desde criancinha. Segundo, porque acreditam que, na escala evolutiva, os seres humanos são inteiramente responsáveis pelo bem estar e integridade dos seres que não podem falar ou se defender sozinhos. Mas, nem tanto por isto ou por aquilo, o importante é que amam os animais. É esse amor incondicional que gera coisas como este livro. Destinados a leitores especiais como você, que se comove com os poemas sobre cães e se identifica com a bandeira deles. A bandeira da paz, da ecologia, da convivência fraterna entre as diferenças, sejam entre os humanos ou animais.

Poemas que latem ao coração!
Organizado por Ulisses Tavares
Apresentação de Luisa Mell
Editora Nova Alexandria
120 pp. / 14 x 21 cm / ISBN: 978-85-7492-206-5 / R$ 30,00

Informações para a Imprensa
Sintaxe Comunicação
João Luiz Marques (MTb: 17.148)
Tel.: (11) 3562-8001 / 9191-7930 /
jlmarques@sintaxe.com.br

Editora Nova Alexandria / www.novaalexandria.com.br
Avenida Dom Pedro I, 840 - 01552-000 - São Paulo - SP / Tel.: (11) 2215-6252

Apoio Cultural:

out 22
Em Breve!
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set 22

Escrituras Editora e Casa das Rosas convidam para a QUINTA POÉTICA com os poetas convidados:

Hamilton Faria (anfitrião), Eunice Arruda, Jorge Miguel Marinho, Ulisses Tavares e a jovem poeta Letícia Naveira. Participação especial de Jorge Blandón.

Quinta-feira, 24 de setembro de 2009, a partir das 19h

Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos
Av. Paulista, 37 - São Paulo/SP
Próximo ao metrô Brigadeiro.
Convênio com o estacionamento Patropi - Alameda Santos, 74
Informações: (11) 5904-4499

Saiba mais sobre o evento e os convidados:

Quinta poética

Mensalmente, a Casa das Rosas abre suas portas para a Quinta Poética, um grande encontro dos amantes da boa poesia, com a presença de poetas convidados e de um jovem poeta, que tem a oportunidade de apresentar seu trabalho. Grandes nomes da poesia, como Álvaro Alves de Faria, Beth Brait Alvim, Carlos Felipe Moisés, Celso de Alencar, Contador Borges, Eunice Arruda, Floriano Martins, Hamilton Faria, Helena Armond, José Geraldo Neres, Raimundo Gadelha, Raquel Naveira, Renata Pallottini, Renato Gonda, entre outros, já estiveram presentes nesses encontros, que são promovidos pela Escrituras Editora e a Casa das Rosas.

Os poetas:

Hamilton Faria (anfitrião) é autor de seis livros de poesia, Diavirá (1977), Estações (1983), Cidades do Ser (1988), Encântaros (1995), Súbitos Encantos para São Pedra e Espanto (2000) e Haikuazes (2006) e participou de doze antologias no Brasil e no exterior. Considera que o poema deve ultrapassar o estado de livro. Assim, realiza, desde os anos 70, recitais e leituras poéticas, percorrendo centros culturais, universidades e eventos no Brasil e em vários outros países. Tem diversos textos e poemas traduzidos para o francês, o inglês e o espanhol. Em 2003, publicou, na Índia, o livro Re-enchanting the World com o poeta Pedro Garcia. Em 2006, recebeu, em Paris, o prêmio da Société Académique des Arts, Sciences et Lettres, pelos relevantes serviços prestados às Artes, Ciências, Letras e Cultura em geral. No mesmo ano foi convidado para a abertura cultural da Copa do Mundo, em Berlim. Em 2007, foi convidado pela revista Mar con Soroche e pela Embaixada Brasileira no Chile para lançar Haikuazes em Santigo (Chile) e participou de leituras poéticas em universidades e centros culturais. Realiza também Escutas Poéticas em todo o país. Recentemente publicou Arte e Cultura pelo reencantamento do mundo, livro de sua autoria com o poeta Pedro Garcia, o arte-educador Dan Baron e o artista plástico Bené Fonteles, edição Cadernos XXI- Polis/ Aliança.

Eunice Arruda é poeta, com treze livros publicados, entre eles: É tempo de noite, Mudança de lua, Há estações. Presença constante em antologias no Brasil e no exterior. Paralelo à criação de poemas, coordena oficinas regulares de poesia. Fez parte da diretoria da União Brasileira de Escritores (UBE). Recebeu inúmeros prêmios, entre os quais: Pablo Neruda (Argentina), Mérito Cultural (Rio de Janeiro) e Mulheres do Mercado (São Paulo).

Jorge Miguel Marinho mora em São Paulo, é casado, avô, professor universitário de Literatura, roteirista, dramaturgo, ator, escritor e, sobretudo, leitor. Tem diversos livros publicados aqui e fora do Brasil, entre eles “Te dou a lua amanhã”, prêmio Jabuti, “Lis no peito - um livro que pede perdão”, prêmio Jabuti e “Na curva das emoções”, prêmio APCA. E tem muitos amigos, sua graça maior.

Ulisses Tavares é jornalista há 45 anos, criativo publicitário há 35 anos; marketeiro político há 20 anos; professor de criatividade há 19 anos; professor e palestrante de web marketing há 9 anos; professor de pós-graduação em web business há 7 anos; compositor letrista há 18 anos; dramaturgo e roteirista há 30 anos; editor de livros há 26 anos; escritor polígrafo há 40 anos; poeta desde que nasceu e bateu a cabeça no berço.

Letícia Naveira (jovem poeta) nasceu em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, em 1988. É poeta, cantora, compositora, roteirista de cinema graduada pela Universidade Anhembi Morumbi, de São Paulo. Escreveu e interpretou o curta-metragem “Alice”, patrocinado pela Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul. Prepara seu primeiro CD, intitulado “Contínuo”.

Jorge Blandón (participação especial) é diretor teatral de Medelín (Colombia), autor e diretor teatral da Corporación Cultural Nuestra Gente. Animador da rede de teatro em comunidade na Colombia. Blandón apresenta espetáculo teatral na abertura do Congresso de Cultura Iberoamericana, realizado entre 30 de setembro a 2 de outubro.

set 8

Pastores de Virgílio - A literatura na voz de seus poetas e escritores - Autor de mais de 50 livros, entre poesia, romances, novelas, contos, ensaios, entrevistas literárias, crônicas e ainda peças de teatro, o poeta Álvaro Alves de Faria, um dos nomes mais significativos da Geração 60 da Poesia Brasileira, apresenta no livro Pastores de Virgílio (Escrituras Editora) o pensamento de poetas e escritores - 38 brasileiros e dois portugueses -, o que representa um documento de época da literatura deste país.

Trata-se de mais uma contribuição de um poeta que, a vida inteira, dedicou-se ao jornalismo cultural e à crítica literária, em defesa do livro e do autor nacional que nem sempre tem o espaço merecido. Por esse trabalho, principalmente honesto, Álvaro Alves de Faria recebeu por duas vezes o Prêmio Jabuti de Imprensa, da Câmara Brasileira do Livro (CBL), em 1976 e 1983, e ainda, pelo mesmo motivo, dois prêmios especiais da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), em 1988 e 1989.

O novo livro de Álvaro Alves de Faria é composto de resenhas e entrevistas com Affonso Romano de Sant’Anna, Alberto Beuttenmüller, Alexei Bueno, Antonio Carlos Secchin, Astrid Cabral, Carlos Felipe Moisés, Carlos Herculano Lopes, Carlos Nejar, Carpinejar, Celso de Alencar, Cyro de Mattos, Dalila Teles Veras, Deonísio da Silva, Edla van Steen, Ferreira Gullar, Flora Figueiredo, Glauco Matoso, Helena Armond, João de Jesus Paes Loureiro, José Nêumanne, José Paulo Paes, Lília A. Pereira da Silva, Luiz Roberto Guedes, Marco Lucchesi, Mariana Ianelli, Marina Colasanti, Miguel Jorge, Miguel Sanches Neto, Moacir Amâncio, Neide Archanjo, Péricles Prade, Raimundo Gadelha, Raquel Naveira, Roberto Piva, Ronaldo Cagiano, Roniwalter Jatobá, Soares Feitosa, Ulisses Tavares, e os poetas portugueses Vasco Graça Moura e Ana Marques Gastão.

Álvaro Alves de Faria nasceu na cidade de São Paulo. É jornalista, poeta e escritor. Jardineiro aos 12 anos, operário de fábrica aos 14, contínuo do Correio Paulistano aos 16. Iniciou sua carreira no Jornalismo aos 18 anos. Formação em Sociologia e Política e Língua e Literatura Portuguesa, com Mestrado em Comunicação Social. Faz parte da Geração 60 de Poetas de São Paulo. Autor de mais de 50 livros, entre romances, ensaios, livros de entrevistas literárias, organização de antologias, crônicas, mas é fundamentalmente poeta. Participa de aproximadamente 70 antologias de poesia e contos no Brasil e no exterior. É também autor de três peças de teatro. Uma delas, “Salve-se quem puder que o jardim está pegando fogo”, recebeu o Prêmio Anchieta para Teatro, nos anos 1970, na época um das láureas mais importantes do Teatro brasileiro. A peça foi proibida de ser encenada e ficou sob censura no regime militar por seis anos. Tem poemas traduzidos para o inglês, francês, japonês, servo-croata, italiano e espanhol. Como jornalista da área cultural, recebeu por duas vezes o Prêmio Jabuti de Imprensa (1976/1983) e por duas vezes, também, o Prêmio Especial da APCA (1988/1989), pelo trabalho realizado em favor do livro, em jornais, revistas, rádio e televisão. No início dos anos 1970, criou, no Diário de S. Paulo, dos Diários e Emissoras Associados, o suplemento cultural “Jornal de Domingo”, que editou por 12 anos, até a extinção do jornal, em 1983. Foi o iniciador do movimento de recitais públicos de poesia em São Paulo, quando lançou o livro O Sermão do Viaduto em pleno Viaduto do Chá, em meados dos anos 1960. Por declamar poemas no local, com microfone e alto-falantes, foi preso cinco vezes pelo DOPS, acusado de subversivo. Os recitais foram proibidos em agosto de 1966. Seu livro Trajetória Poética, reunião de toda sua poesia até 2003, recebeu o Prêmio da APCA como o melhor livro de poesia desse ano.

Livraria Martins Fontes

Av. Paulista, 509 - Cerqueira César - São Paulo/SP - Tel.: (11) 2167-9900
(Em frente à estação Brigadeiro do metrô. Convênio com estacionamento Rua Manoel da Nóbrega, 88 e 95 - primeira hora gratuita) Apoio: O AUTOR NA PRAÇA

10/9/2009, às 18:30h
Entrada Franca

ago 25

Rua da Consolação, 930 - Cep 01302-907 - Consolação - São Paulo - SP - Brasil

ago 19

POEMAS PARA HOMENAGEAR CACHORROS

Livro com textos de donos de cães sai em novembro

Ulisses Tavares e seu cachorro, Ferinha:
Idéia é conscientizar população a não abandonar seus anismais de rua.

Em torno de 100 cachorros vão ser homenageados em um livro de poemas. E ainda dá tempo de participar da seleção. Até o dia 31 de agosto, os interessados deve­rão enviar um poema sobre o seu cão para os organizadores da anto­logia Poemas que Latem ao Cora­ção. A obra, que será lançada em novembro, trará a foto do animal em uma página e o texto ao lado. O pet homenageado não precisa mais estar vivo.

“É claro que nós vamos selecio­nar os poemas tendo em conta o viés literário, mas o que vai importar mesmo é a emoção. Podem fa­lar de saudade, de alegria, de triste­za, enfim, do que tocar o cora­ção”, explica o poeta Ulisses Tava­res, de 59 anos, organizador do li­vro. “Cachorreiro” assumido, ele amadurecia há vários anos a idéia de criar um projeto do gênero.

Já estão pré-selecionados cer­ca de 80 escritores. Os poetas que tiverem trabalhos publica­dos no livro receberão seus direi­tos autorais em sacos de ração. Em média deverão ser três sacos grandes por autor. Todo o ali­mento será doado para entida­des de proteção animal. Duran­te a fase de lançamento da obra, Tavares abordará a conscienti­zação da população para não abandonar animais nas ruas.

Com o poema “Era um Cachorro e apenas um Cão“, o escritor e professor universitário Jorge Miguel Marinho, de 60 anos, morador em Pinheiros, zona oeste, é um dos pré-selecionados. O seu poema vai falar do único cão que teve: Nero. O vira-lata de pelagem escura morreu quando ele tinha 11 anos, depois de cerca de seis anos de convivência. “Mas foi uma figura significativa na mi­nha vida. O Nero entendia o meu silêncio, já que eu era muito introspectivo e não era maior que a minha alegria e a minha tristeza. Era simplesmente um cão”, diz o autor, que não tem mais cachorro, mas convive com vários animais que pertecem a sua família.

O poema enviado por Raquel Naveira, de 51 anos, é triste. Fala sobre Lady, sua poodle de 17 anos que um dia sumiu de casa quando ela morava em Mato Grosso do Sul. Todas as tentativas de encon­trá-la foram em vão. “O sumiço é muito difícil de lidar. Com a morte você se conforma porque é um processo natural”, diz a autora. Em um dos trechos, o poema diz: “Ela, que há tantos anos/Era com­panheira/Sentinela semelhante ao chacal/Que me ajudava a en­contrar o caminho nas monta­nhas/E afugentar o Mal”.

Enquanto vai preparando o livro, Tavares tem se deparado com uma situação inusitada. Tem recebido emails e reclamações dos amantes de gatos que se sentem excluídos do projeto. “Os ‘gateiros’ estão inconformados “, con­ta. Por isso, ele já está pensando em um próximo livro para home­nagear os felinos.

COMO PARTICIPAR:

  • Quem quiser mandar textos para a seleção do livro Poemas Que Latem ao Coração, poderá se inscrever até dia 31 de agosto.
  • É necessário enviar o texto do poema com uma foto do cachorro homenageado sozinho. O material deverá ser mandado para o email: poetaulisses@terra.com.br
jun 15

RADIOFOBIA 7 - com Ulisses Tavares

“Faaaala, macacada! Estamos de volta com mais uma edição do RADIOFOBIA, nosso podcast onde merda pouca é bobagem! Antes de começar, pegue seu ENGOV ou um genérico qualquer e prepare-se para 1 hora do mais puro humor etílico!
Conforme prometido há alguns dias, neste pograma Leo Lopes e Quessa trazem a entrevista excrusiva com o poeta, polígrafo e alcoólico Ulisses Tavares, autor do livro ”Hic!stórias - os grandes porres da história da humanidade”. Ele jura de pé junto que escreveu o livro sóbrio, mas depois dessa entrevista, a gente duvida muito que isso fosse possível…”
(Por Léo Lopes e Cleber Quessada - Rádiofobia)
Ouça a entrevista completa clicando aqui
jun 2

Palestra / recital com:
Luiz Carlos Santos | Maria da Bethânia Galas | Ulisses Tavares

“Como falar da Literatura Brasileira sem falar da presença negra? Uma pergunta que não é uma questão. É a chave misteriosa que legitima a pusilânime democracia racial do país. Durante muito tempo o negro foi e ainda é tema que inspira os trabalhadores das letras no Brasil, no entanto, a sua presença como sujeito sempre se deu e ainda se dá de forma tímida, quase invisível. Majoritariamente, em terceira pessoa.
Todos parecem autorizados a falar sobre a dor, o sofrimento e a alegria negra, menos os próprios negros. A história e a vida da maioria da população brasileira, durante muito tempo, foi tema dos nossos literatos mazombos,”todos brancos ou quase todos negros” como cantam Gil e Caetano no RAP Haiti.
A farta presença negra na construção da brasilidade parece ameaçar a todos: “os quase todos brancos e aos quase pretos”, desde a chegada do primeiro negreiro em terras brasileiras, carregado de pessoas e histórias de vida e de luta.A nossa literatura, vez por outra, se desculpa e vitriniza  filhos da raça como  Caldas Barbosa, Silva Alvarenga, Gonçalves Dias, Castro Alves, Cruz e Souza, Luiz Gama e torna incolor Machado de Assis para, só assim, reconhecer a sua genialidade literária, contraposta a anárquica e também crítica literaridade de LimaBarreto e a contundente presença de Luiz Gama.
Tornar  evidente esses nomes para as jovens gerações de brasileiros é um desafio épico. Mostrar no tempo e no espaço a produção cultural e a contribuição definitiva da matriz africana na construção do Brasil é tropeçar o tempo todo em nossos racismos cordiais e caricatos; bem humorado e, naturalmente, perversos.
Quatro séculos depois é possível descortinar a janela do nosso horizonte literário e reconhecer as imagens e as letras desenhadas para configurar o que é ser negro no Brasil? Eis aqui uma pergunta que Lino Guedes, Oswaldo de Camargo -que completa,  este ano 50 anos de carreira- Cuti, Djavan, Milton Nascimento, Gilberto Gil, Itamar Assumpção, Martinho da Vila, Cartola, Geraldo Pereira, na poesia, entre outros, podem  responder.
Na prosa, de verdade ou de mentira, Milton Santos, Edmilson, Ruth Guimarães, Elisa Lucinda, Conceição Evaristo, Márcio Barbosa, Marcelino Freire, Ana Maria Gonçalves, Flávio Gomes, Henrique Cunha Jr, Joel Santos, Abdias Nascimento e muitos outros não deixam dúvidas que a literatura brasileira, sendo mazomba, não tem só uma cor, não vem só de um lugar e não foi e é escrita apenas por alguns. É produto de luta, afirmação, resistência e superação. A literatura brasileira, por ter história, estilo e memória, também tem cor. Na dúvida, a leitura e a palestra de
O Negro em Versos, uma antologia da poesia negra brasileira pode ajudar ou, no mínimo, confundir.” (Luiz Carlos dos Santos)

 

Maria Da Bethânia Galas é cenógrafa, arte educadora e especialista em museologia. Em São Paulo, cidade onde reside e trabalha, tem desenvolvido trabalhos de consultoria em Arte/Educação para museus, escolas e espaços culturais. Atualmente Maria Da Betania Galas leciona Artes Visuais e coordena a área de Artes e de Projetos para o Ensino Fundamental II da Escola Viva.

Luiz Carlos dos Santos nasceu no Rio de Janeiro, no dia 23 de setembro de 1952. É professor de Língua Portuguesa e Literatura, Jornalista e Sociólogo pela USP. Consultor de História Oral do Museu Afro Brasil, em São Paulo, Consultor da Secretaria de Cultura de São Paulo para o Projeto Racismo: Se você não fala quem falar?(120 anos da abolição),milita no movimento negro desde os ano 1970(SINBA -Sociedade de Intercâmbio Brasil-África - RJ), Coordenou o  NCN-USP, Colabora em cursos de formação de professores no NEAB(UFU), Africanidades do MEC e outros estados como São Paulo e Espírito Santo. Foi o Curador da Exposição: Theodoro Sampaio. Um Sábio Negro entre os Brancos, apresentada pelo Museu Afro Brasil, 2007/2008.

Ulisses Tavares é polígrafo, com mais de 118 livros publicados, em todos os gêneros, para crianças, jovens e adultos. Apenas em poesia, já vendeu mais de 10 milhões de exemplares. Como historiador heterodoxo, tem “Quando nem Freud explica, tente a poesia”, “O Negro em versos” e o recente “Hic!stórias - Os maiores porres da humanidade”. É também dramaturgo, jornalista, marketeiro político, compositor e roteirista.

Duração: 2 horas
Sem limite mínimo ou triagem de participantes.
Investimento: R$ 3.000,00 (três mil reais)

Para contratar:
Nathália Lippi - Assistente Editorial | (11) 3865-3936
poetaulisses@terra.com.br

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