Nov 7

Filipeta

Apr 30

convite 2

Apr 16

Sobre Eros e Vampiros

O organizador desta orgia vampiresca começou a cultivar morcegos em sua antologia O Livro Vermelho dos Vampiros, reunião de 13 autores com a missão de injetar sangue novo no mito do morto-vivo. Vamp_Eros é a segunda “dentição”, em que 12 criadores de ponta continuam a inovar o gênero. Agora é o aguilhão erótico o que incita vampiros e humanos nesta ciranda: a sedução do sanguessuga sobre os mortais, e a paixão da presa por seu predador. A pulsão simultânea de Eros e Tânatos move o feroz vampiro psíquico detectado por Deborah K. Goldemberg, e o súcubo do século 13, conjurado por Paulo Fodra. Essa fome sinistra alucina o refinado gourmand de Marcelo Carneiro da Cunha, a vampira new yorker de Fabíola Moura, o mordaz sanguessuga de Ulisses Tavares.
A mesma sede insaciável consome a horda vampírica que invade São Paulo, na visão apocalíptica de Laura Elias, ou a mulher solitária que invoca o sanguessuga em “Venha me beijar”, de Sérgio Fantini. O frenesi prossegue na rave de neovampiros, sob o olhar cético de Dóris Fleury, e no delírio sensual de “Meu corpo é a sua casa”, de Adrienne Myrtes. E antigos mistérios serão revelados nessa incursão às trevas, como o espectro descoberto por Donny Correia num subterrâneo londrino, e o nosferatu em ação no set de cinema, enquadrado por Sandra Ginez. Para rematar o banquete antropofágico, um vampiro sincrético: “Kupleng”, de Luiz Roberto Guedes, uma caçada aos nazivampiros refugiados no Brasil. Quem abre esse livro, penetra num festim de carne e sangue. Atreva-se.

Luiz Bras

Mais informações:
Imprensa:
 Nathália Lippi

(11) 3865-3936
poetaulisses@terra.com.br

Nov 8

Capa Negro ALTA

O Negro em Versos

O que difere radicalmente os poetas desta antologia daqueles Poemas Negros, de Jorge de Lima, Raul Bopp e Gilberto Freire é que eles procuram, com um certo ponto de vista, tomar para si a causa da diferença e a diversidade, aguçadas pelo sentimento de expressar as próprias metáforas.
O que  realmente significa ser um poeta negro?
Falando do negro como a si mesmo, perguntariam alguns perplexos portadores da mesma inconsciência nacional. Essa espécie de Negromania sem a conotação prosaica do termo é uma espécie de ser negro, de falar de seus desejos, das suas dores, de seus deuses e mitos, essa forma de transcender as pedras dos caminhos, um coração ancestral que bate forte em cada homem negro estigmatizado pelo preconceito e pela indiferença.
Essa antologia pode parecer uma apologia ao apartaide cultural? Não, senhores, esses poemas e versos, em verdade, procuram o mesmo sentimento de beleza, e também e mais profundamente a razão política e consciente de gritar bem alto os nossos desejos, a nossa auto-estima, o nosso desconhecimento. A nossa ausência.
Esta antologia celebra aqui e agora com esses nossos poetas a volta aos anos sessenta, quando o mundo viu diante de si o talento da poesia negra manifestada pelo movimento da “Negritude”, falando com as novas vozes de Leopold Senghor, Aimé Cesaire e Leon Damas.
Assim, esta antologia não deixa de ser um alento para este momento de descobertas e de introduzir no cotidiano as vozes negras da nossa poesia.

Emanoel Araujo
Diretor do Museu Afro Brasil

O Negro em Versos
Organização e apresentação de Luiz Carlos dos Santos, Maria Galas e Ulisses Tavares
Editora Salamandra

Nov 26

Nov 18

Luisa Mell e Ulisses Tavares lançam livro de poesias sobre cachorros

Lançamentos

Nesta quarta-feira, dia 18, às 19h30, na Livraria da Vila da Fradique (Rua Fradique Coutinho, 915 – Vila Madalena. São Paulo/SP. Tel.: 11 3814-5811) e no dia 28 de novembro, sábado, às 16h, no Pet Center Marginal (Avenida Presidente Castelo Branco, 1795 – Pari. São Paulo/SP. Tel.: 11 2797-7400), será lançado o livro Poemas que latem ao coração! (Nova Alexandria, 120 pp., R$ 30), organizado por Ulisses Tavares com apresentação de Luisa Mell. O livro reúne poesias sobre cachorros e traz 50 poetas como Olavo Bilac, José Paulo Paes, Carlos Nejar, Astrid Cabral, Glauco Mattoso, Luís Pimentel, Domingos Pellegrini, Jorge Miguel Marinho, Celso de Alencar, Marcelo Tápia, Luiz Roberto Guedes, Álvaro Alves Faria, Hamilton Faria, Ricardo Soares, Renata Paccola, Ricardo Corona, entre outros. Nos dois eventos haverá sessões de autógrafos com os autores e alguns poetas que participam da antologia.

Para Carlos Nejar, que tem três poodles, Lelé, Cipião e Napoleão, “foi muito feliz a ideia desse livro e recebi com muita alegria o convite para participar dele”. Nejar ama os cães “por sua tão rara fidelidade e por eles também saberem nos amar”. Jorge Miguel Marinho, que também tem três cachorros, Laura, Lis e Mel, participa deste livro com um poema feito em homenagem a Nero, seu cachorro de infância e parte da adolescência. Jorge Miguel deseja que todos os poetas e leitores desta feliz antologia tenham mais gestos e palavras que possam “latir ao coração”. Já o poema Adeus de Astrid Cabral fala de Fly, “um vira-lata branquinho que perdi na infância e de quem me lembro até hoje”. Astrid, que atualmente não tem nenhum cachorro, recebeu o convite para participar desta antologia também com muita alegria: “é sinal de que o meu poema tocou o coração de quem leu”.
Fonte: PublishNews – 18/11/2009 – Redação
Nov 11

Oct 27


Av. Dom Pedro I, 840
CEP 01552-000 São Paulo/SP
Tel./fax (11) 2215-6252


Luisa Mell e Ulisses Tavares lançam livro de poesias sobre cachorros

Na companhia de alguns poetas que participam do livro, escritor e apresentadora lançam antologia em dois eventos em São Paulo, um no Pet Center Marginal, para os cachorros e o outro na Livraria da Vila da Fradique, para os humanos

No próximo dia 18 de novembro, quarta-feira, às 19h30, na Livraria da Vila da Fradique e no dia 28 de novembro, sábado, às 15h00, no Pet Center Marginal, em São Paulo, a Editora Nova Alexandria lança o livro Poemas que latem ao coração!. Organizado por Ulisses Tavares e apresentado por Luisa Mell, este livro reúne poesias sobre cachorros e traz 50 poetas como, Olavo Bilac, José Paulo Paes, Carlos Nejar, Astrid Cabral, Glauco Mattoso, Luís Pimentel, Domingos Pellegrini, Jorge Miguel Marinho, Celso de Alencar, Marcelo Tápia, Luiz Roberto Guedes, Álvaro Alves Faria, Hamilton Faria, Ricardo Soares, Renata Paccola, Ricardo Corona, entre outros.

Nas ocasiões haverá sessões de autógrafos com Ulisses Tavares, Luisa Mell e alguns dos poetas que participam desta antologia. O Pet Center Marginal fica na avenida Presidente Castelo Branco, 1795, no Pari, em São Paulo, tel.: (11) 2797-7400, e a Livraria Da Vila fica na rua Fradique Coutinho, 915, na Vila Madalena, em São Paulo, tel.: (11) 3814-5811.

Os poemas, os poetas e os cachorros

O parnasiano Olavo Bilac inspirou-se em um cachorro e escreveu o poema Plutão, que num trecho fala da fiel companhia do cão ao seu dono: “Plutão velava-lhe o sono, / Seguia-o quando acordado / O seu pequenino dono / Era todo o seu cuidado”. O poema de José Paulo Paes selecionado para essa antologia fala da cena triste de um cão guardando o cadáver do seu dono e termina dizendo: “Eu não tenho cão. Será que ainda estou vivo?” Domingos Pellegrini fez um poema em homenagem a cadela Laika, lançada ao espaço dentro do Sputinik pela União Soviética, e a compara com a viagem de sua avó: “O sputinik sumiu com a Laika e você vó subiu também para aquela moldura na parede”. Poemas que latem ao coração! não é um livro pra quem gosta de cachorros. É para quem é apaixonado por eles. Para quem tem a plena certeza que, sem um cão, a vida seria um osso duro de roer. É também para quem compreende ou participa de movimentos, campanhas, associações de adoção de cães abandonados e contra os maus tratos aos animais. Mais que um livro, Poemas que latem ao coração é um manifesto pelos seres que não podem falar.

Para Carlos Nejar, que tem três poodles, Lelé, Cipião e Napoleão, “foi muito feliz a idéia desse livro e recebi com muita alegria o convite para participar dele” Nejar ama os cães “por sua tão rara fidelidade e por eles também saberem nos amar”. Jorge Miguel Marinho, que também tem três cachorros, Laura, Lis e Mel, participa deste livro com um poema feito em homenagem a Nero, seu cachorro de infância e parte da adolescência. Jorge Miguel deseja que todos os poetas e leitores desta feliz antologia tenham mais gestos e palavras que possam “latir ao coração”. Já o poema Adeus de Astrid Cabral fala de Fly, “um vira-lata branquinho que perdi na infância e de quem me lembro até hoje”. Astrid, que atualmente não tem nenhum cachorro, recebeu o convite para participar desta antologia também com muita alegria: “é sinal de que o meu poema tocou o coração de quem leu”.

Os “cachorreiros” Ulisses, Luisa e Rosa

O poeta e escritor Ulisses Tavares, que organizou esta antologia e se define como “um cachorreiro desde criancinha”, já fez dois Best Sellers sobre o assunto: Só não venha de calça branca – a biografia não autorizada de Tutty Antônio (Editora Saraiva) e Ferinha Mel – Retratos de um cão quando jovem (Editora Escala). Ulisses é ativista e defensor dos animais e sempre coloca um cachorro em suas histórias. A Luisa Mell foi sua inspiração para que essa antologia não fosse apenas um livro, mas pudesse reforçar o movimento pela adoção consciente e pela não violência contra os indefesos animais: “Quando eu a vi chorando por um cão maltratado, chorei junto e pensei: temos que fazer algo a respeito! Daí surgiu o Poemas que latem ao coração!”.

A apresentadora e atriz Luisa Mell já é conhecida por sua luta em defesa dos animais: “Minha luta pelos animais é real, é minha causa e a minha vida”. Ela abraçou a proposta deste livro e para ela Poemas que latem ao coração! não é apenas um livro, é um movimento. “Se você se emocionar também, com os poemas, benvindo(a) ao clube dos cachorreiros”, diz Luisa. Para viabilizar o sonho de Ulisses Tavares e Luisa Mell entrou em cena a Rosa Maria Zuccherato da Editora Nova Alexandria. Rosa também é cachorreira: “tenho duas vira-latas, grandes companheiras, sempre presentes nos bons e nos piores momentos da minha vida”. Ela acredita que a poesia é a válvula de escape da alma e que a união do trabalho desses dois grandes amantes dos animais, Ulisses e Luísa, “encheu minha editora de alegria com os poemas que latem ao coração”. Ulisses, Luisa e Rosa já pensam num próximo título: Poemas que miam ao coração!, claro, inspirados, agora nos gatos. “Já temos belos poemas sobre o assunto”, anuncia Ulisses Tavares.

Ulisses Tavares (escritor, compositor e dramaturgo) e Luisa Mell (apresentadora e atriz) elegeram a causa animal como bandeira de luta e de vida. Primeiro porque são cachorreiros (não criadores de cães, mas apaixonados por eles, todos) desde criancinha. Segundo, porque acreditam que, na escala evolutiva, os seres humanos são inteiramente responsáveis pelo bem estar e integridade dos seres que não podem falar ou se defender sozinhos. Mas, nem tanto por isto ou por aquilo, o importante é que amam os animais. É esse amor incondicional que gera coisas como este livro. Destinados a leitores especiais como você, que se comove com os poemas sobre cães e se identifica com a bandeira deles. A bandeira da paz, da ecologia, da convivência fraterna entre as diferenças, sejam entre os humanos ou animais.

Poemas que latem ao coração!
Organizado por Ulisses Tavares
Apresentação de Luisa Mell
Editora Nova Alexandria
120 pp. / 14 x 21 cm / ISBN: 978-85-7492-206-5 / R$ 30,00

Informações para a Imprensa
Sintaxe Comunicação
João Luiz Marques (MTb: 17.148)
Tel.: (11) 3562-8001 / 9191-7930 /
jlmarques@sintaxe.com.br

Editora Nova Alexandria / www.novaalexandria.com.br
Avenida Dom Pedro I, 840 – 01552-000 - São Paulo – SP / Tel.: (11) 2215-6252

Apoio Cultural:

Oct 22
Em Breve!
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Aug 19

POEMAS PARA HOMENAGEAR CACHORROS

Livro com textos de donos de cães sai em novembro

Ulisses Tavares e seu cachorro, Ferinha:
Idéia é conscientizar população a não abandonar seus anismais de rua.

Em torno de 100 cachorros vão ser homenageados em um livro de poemas. E ainda dá tempo de participar da seleção. Até o dia 31 de agosto, os interessados deve­rão enviar um poema sobre o seu cão para os organizadores da anto­logia Poemas que Latem ao Cora­ção. A obra, que será lançada em novembro, trará a foto do animal em uma página e o texto ao lado. O pet homenageado não precisa mais estar vivo.

“É claro que nós vamos selecio­nar os poemas tendo em conta o viés literário, mas o que vai importar mesmo é a emoção. Podem fa­lar de saudade, de alegria, de triste­za, enfim, do que tocar o cora­ção”, explica o poeta Ulisses Tava­res, de 59 anos, organizador do li­vro. “Cachorreiro” assumido, ele amadurecia há vários anos a idéia de criar um projeto do gênero.

Já estão pré-selecionados cer­ca de 80 escritores. Os poetas que tiverem trabalhos publica­dos no livro receberão seus direi­tos autorais em sacos de ração. Em média deverão ser três sacos grandes por autor. Todo o ali­mento será doado para entida­des de proteção animal. Duran­te a fase de lançamento da obra, Tavares abordará a conscienti­zação da população para não abandonar animais nas ruas.

Com o poema “Era um Cachorro e apenas um Cão“, o escritor e professor universitário Jorge Miguel Marinho, de 60 anos, morador em Pinheiros, zona oeste, é um dos pré-selecionados. O seu poema vai falar do único cão que teve: Nero. O vira-lata de pelagem escura morreu quando ele tinha 11 anos, depois de cerca de seis anos de convivência. “Mas foi uma figura significativa na mi­nha vida. O Nero entendia o meu silêncio, já que eu era muito introspectivo e não era maior que a minha alegria e a minha tristeza. Era simplesmente um cão”, diz o autor, que não tem mais cachorro, mas convive com vários animais que pertecem a sua família.

O poema enviado por Raquel Naveira, de 51 anos, é triste. Fala sobre Lady, sua poodle de 17 anos que um dia sumiu de casa quando ela morava em Mato Grosso do Sul. Todas as tentativas de encon­trá-la foram em vão. “O sumiço é muito difícil de lidar. Com a morte você se conforma porque é um processo natural”, diz a autora. Em um dos trechos, o poema diz: “Ela, que há tantos anos/Era com­panheira/Sentinela semelhante ao chacal/Que me ajudava a en­contrar o caminho nas monta­nhas/E afugentar o Mal”.

Enquanto vai preparando o livro, Tavares tem se deparado com uma situação inusitada. Tem recebido emails e reclamações dos amantes de gatos que se sentem excluídos do projeto. “Os ‘gateiros’ estão inconformados “, con­ta. Por isso, ele já está pensando em um próximo livro para home­nagear os felinos.

COMO PARTICIPAR:

  • Quem quiser mandar textos para a seleção do livro Poemas Que Latem ao Coração, poderá se inscrever até dia 31 de agosto.
  • É necessário enviar o texto do poema com uma foto do cachorro homenageado sozinho. O material deverá ser mandado para o email: poetaulisses@terra.com.br